sábado, 30 de maio de 2009

Olha quem chegou...!

"The weekend's here, hip hip hooray, to make the blues just go away"

Muito sol, muito calor, carro novo na garagem, salário acabadinho de receber, esplanadas novas acabadas de descobrir...
Só é pena ter trazido trabalho para fazer em casa. Mas bem vistas as coisas, se nos dias de hoje ter um emprego é quase uma benção, eu que tenho dois devo ser duplamente abençoada, não é verdade?

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Dear Santa #4

Lembras-te do outro que te tinha pedido antes? Afinal quero antes este:
Nokia N97

Hoje estou uma pedinchona, não estou? Mas eu mereço, tenho trabalhado tanto, sou tão boa rapariga...
Oh, vá lá...! (Pedido feito com o meu melhor olhar à Gato das Botas no Shrek) Por favor, por favor, por favor!!!

Dear Santa #3

Um netbook com uma bateria que tem autonomia para quase 10 horas? Bem pequenino e levezinho? Ainda por cima giro? Quero muito!!!

Asus Eee pc 1000He

Por favor, por favor, por favor!!!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Grey´s Anatomy - Season 5 Finale (Spoiler)

Tenho vindo a acompanhar a Anatomia de Grey pela Fox Life e, nos últimos episódios, têm-se vindo a desenhar dois cenários que muito me têm intrigado e que me levaram a querer antecipar o desfecho desta 5º temporada: o pedido de casamento do Derek à Meredith e a doença da Izzie.
O castigo pela minha curiosidade não se fez demorar: estou aqui numa angústia, com o coração apertado, pela forma dramática e intensa como terminou. É que não consigo conceber o Seattle Grace Hospital sem nenhum destes dois médicos! :(

domingo, 24 de maio de 2009

O tetra: second round

Neste momento, todos os adeptos do FCP que se prezam, estão a festejar (pela segunda vez) a conquista do título. Todos menos eu, que estou em aqui em casa a preparar o meu dia de trabalho de amanhã, que vai começar às 9 da manhã e só vai terminar às 9 da noite.

Há gente com sorte...!

sábado, 23 de maio de 2009

A professora de Espinho

Li algures alguns comentários acerca da ilicitude do comportamento da aluna que gravou a mais famosa aula de História de Portugal. O jornal Público informa até que a professora pondera processar a jovem.
No meio disto tudo, parece-me que a questão de fundo é realmente essa: a gravação não autorizada das aulas desta senhora.
Raispartam estes adolescentes, que não sabem estar em contexto de sala de aula, não é verdade?

A vida é bela!

Eu sou mesmo assim: penso demasiado nas coisas, traço o pior dos cenários, mas depois tenho medo de falar sobre o que me apoquenta a alma, porque alimento uma forma qualquer de pensamento mágico que me faz acreditar que, se verbalizar os meus medos, as coisas acabam por ter maior probabilidade de vir a acontecer.
Nada a fazer. Quando algo me preocupa verdadeiramente, estou condenada a sofrer em silêncio, a guardar tudo para mim e a não dar hipótese a ninguém de, racionalmente, desconstruir os meus receios.

Em Dezembro, quando nada o fazia prever, fiz uns exames médicos de rotina que denunciaram suspeitas de um problema de saúde grave. O meu mundo desabou, mesmo nas vésperas de Natal. Chorei, deprimi, deixei de pensar a longo prazo e de fazer planos, tal o meu medo de morrer. Foi um verdadeiro pesadelo.
Vasculhei a Internet, à procura de informação, e o que li alarmou-me ainda mais. Vi muitos casos de co-morbilidade entre a minha provável doença e outras ainda piores , pelo que, desde então, o meu maior medo deixou de ser a principal suspeita do médico, mas antes a minha própria.
Fui imediatamente remetida para a especialidade em causa, que me obrigou a passar por uma bateria muito extensa de análises, ecografias e outros procedimentos de nomes complicados e de resultados muito demorados.

Nas últimas semanas, tinha vindo a ficar progressivamente mais ansiosa e irritável, mas no dia em que fui finalmente saber o resultado desses exames, a coisa atingiu níveis susceptíveis de desencadear um ataque cardíaco. Sentia um nó na garganta, que mal me deixava respirar; tinha o coração apertado, esmagado contra o peito, a bater descompassado; não conseguia comer nada; tremia por todos os lados; era incapaz de me concentrar no que quer que fosse...
Já na sala de espera do hospital, com os meus cinco sentidos mais alerta do que nunca, tudo me parecia ser sinal de más notícias: a auxiliar que foi simpática comigo, porque já sabia que eu estava em fase terminal; os médicos que vi entrar em grupo, que na minha imaginação se iriam reunir para analisar o meu caso e juntos me tentarem salvar... Sinceramente, não sei como aguentei tanto nervosismo.

Quando finalmente ouvi chamar o meu nome, as minhas pernas pareciam gelatina. Tentei, mentalmente, rezar um último Pai Nosso, mas, inexplicavelmente, tinha-me esquecido de como se fazia. Apertei com força a mão da minha Mãe, e entrei no consultório.
Lá dentro, não consegui sequer olhar para a médica. Fitei os meus olhos no chão, enquanto ela via os meus exames, à espera de ouvir o pior. Quando ela pronunciou o nome da minha doença, desatei num pranto. Não que a notícia me tivesse apanhado desprevenida, porque tive vários meses para me habituar à ideia e já estava resignada, mas antes porque o meu maior temor era relativo a uma complicação mais grave que, felizmente, não se verificou.
Foram lágrimas de felicidade, o exteriorizar das emoções que há muito tentava esconder, a descompressão de toda a tensão que tinha vindo a viver.
A médica foi super querida comigo, e descobri até que era irmã de um colega meu de faculdade. Foi extremamente empática e atenciosa, ficou cerca de uma hora a acalmar-me, a esclarecer as minhas dúvidas. Saí do hospital com um novo ânimo.

Porque eu sou mesmo assim: a partir do momento que sei o que tenho e que há hipótese de tudo se resover, deixo de lamentar a minha sorte e passo logo a ver o copo meio-cheio. Não me prendo à retórica do "Porquê a mim?", não é assim que eu funciono. Eu respiro fundo, sorrio e dou graças aos céus por não ser uma coisa pior. No meio do azar, acabo por achar que tenho sorte e que, mais uma vez, tive os anjos a proteger-me.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

A minha vida deveria ter mais dias assim

Hoje, cheguei a casa com a certeza de que fiz a diferença no dia de algumas pessoas, de que há por aí gente que se sentiu melhor graças a mim, ainda que por apenas alguns momentos.
Sinto-me feliz por isso. E sinto-me feliz por me conseguir sentir feliz com isso. É bom ver que evoluí, que tenho valores e propósitos de vida mais altruístas, e que as situações negativas que a vida me trouxe acabaram por me tornar numa pessoa melhor, mais sensível, mais humana.

Hoje foi também um dia importante porque fechei o negócio da compra de carro novo. Ao fim de muitos meses, de muitas indecisões, de mudar de ideias em cada novo concessionário que visitava, a coisa lá se deu. Acabei por fazer uma escolha baseada na razão, na sensatez.
Poderia, efectivamente, ter optado por um carro de um segmento superior. Dentro de alguns meses estaria pago, e eu ficaria com um carro daqueles de fazer inveja. Mas em tempos de crise, é preciso ter cuidado com as alhadas em que nos metemos. O trabalho corre bem, não tenho nenhum motivo para temer o desemprego, mas nunca se sabe, não é verdade? Por isso decidi não dar um passo maior que a perna, e comprar um carro mais modesto, que, orgulhosamente, irei pagar a pronto, com o dinheiro ganho por mim, sem comparticipações parentais.
Prefiro assim, não me apetece fazer um empréstimo nesta fase por causa de um carro, e recorrer à tal comparticipação iria fazer-me sentir uma looser. Sinto-me satisfeita por já ser independente e auto-suficiente do ponto de vista financeiro, sinto-me crescida.

O bólide eleito saiu-me a um preço razoável, deu para colocar uns extras para ficar mais de feição, é económico e tem uma estética que me agrada bastante. Para além disso, teve a aprovação da mãe e da mana (do pai, nem por isso, mas, afinal de contas, o que percebem os homens de carros?), o que, para mim, era fundamental.
Agora, é só esperar que ele venha, e que tenha ao volante dele a mesma sorte que sempre tive ao volante do meu actual.


domingo, 17 de maio de 2009

Quando as palavras não chegam para dizer o resto, digo apenas que...

... me sinto em paz comigo mesma e com o mundo. Hoje, sei que fui uma boa menina.
Só me portei mal ao esquecer-me de pôr protector solar. Resultado: o nariz escaldado, vermelho e dorido, com direito à marca dos óculos de sol. Amanhã, alguém vai ter de reforçar a dose de maquilhagem...

sábado, 16 de maio de 2009

Nostalgia #3

Porque hoje é Sábado à noite, e eu ainda sou do tempo em que esta música bombava...



Aproveitem bem o vosso Saturday Night, sim? É que ele só volta prá semana!

Um genro à altura da minha Mãezinha... #3

... que é como quem diz um Prince Charming aqui para a Cinderela!



Não, não me venham dizer que é o Jude Law! O Damon Albarn é bem melhor do que ele!


Este homem foi a minha primeira paixão platónica, tinha eu uns 13 anos. Apaixonei-me por ele assim que o vi, numa foto da já extinta Ragazza, junto com o resto dos elementos dos Blur. A partir daí, acompanhou-me pela adolescência fora, colado na capa dos meus cadernos.
Ainda guardo várias cassetes VHS cheias de videoclips deles, já danificadas à custa de as ter visto e revisto tantas vezes. Ainda tenho os CD's todos deles e, às vezes, ainda os ouço.
Há dias, como hoje, em que vou ao Youtube lembrar algumas das suas actuações, lembrar a energia que ele exibia em palco, back in the 90's, lembrar de como eu achava sexys os seus pulos de microfone em riste...
E junto com isso vêm também as outras recordações: a pessoa que eu era, os sonhos que eu tinha, como eu achava que um dia o iria conhecer e ele se ia apaixonar por mim e juntos viveríamos felizes para sempre, aquela fase parva em que assinava Albarn como último nome...
Mudei muito desde então. Não tenho é a certeza de que tenha sido para melhor.

Mas enfim, é bom ver que há coisas que se mantêm. Passados todos estes anos ainda me babo a olhar para as fotos do meu Damon, ainda me arrepio ao ouvir a sua voz inconfundível, ainda fico mais bem disposta quando vejo os seus vídeos.
Por isso, aproveitem a paisagem, que de certeza não verão muitos homens loiros aqui no "Um genro à altura da minha Mãezinha...", ele é uma das raras excepções. E que excepção, meu Deus! Upa upa!





Sei que exegerei nas fotos, mas o que é que queriam? Ele é tão lindo que não consegui decidir de entre aquelas em que estava em dúvida!
É um crime que, nos Gorillaz, se esconda atrás daquele bonequinho virtual com mau aspecto, o 2 D.

24 horas de karting - Gaia 2009

Parece-vos bem? Então experimentem ser nativos cá da urbe e querer sair de casa! É o caos, com as ruas cortadas, o estacionamento impossível e a barulheira infernal!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Stupid cupid, que nunca mais me acertas!

E se de repente surgisse alguém na minha vida por quem eu me apaixonasse? As borboletas no estômago, a boa-disposição, o coração a mil, o brilho no olhar... O sol mais quente, a vida mais colorida, a música por todo o lado, os cheiros que nunca se diluem... As lamechices, o não desgrudar um do outro, a cumplicidade, todas as hiperbolidades e exageros...
Sinto mesmo falta disso. Da última vez que aconteceu, achei que fosse ser para sempre. Não foi, mas ainda assim foi a melhor fase da minha vida e às vezes pergunto-me se algum dia vou conseguir voltar a ser tão feliz como fui nesses tempos.

É triste pensar que, provavelmente, os melhores momentos da minha existência já aconteceram...

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Yes I can

Da ambição à estupidez vai um passo muito pequeno.
Como se não bastasse um trabalho em full time que, apesar de certas regalias, me consome muito tempo, ainda fui aceitar dar umas formações em part time, numa área que não domino totalmente. Ou seja, para além do tempo que tenho de dispender a preparar a formação, vou ainda ter perder muitas horas a estudar, se quiser estar à altura das exigências e manter o nível de profissionalismo que sempre me caracterizou.

Perante as evidências, qualquer pessoa, normal e nas minhas condições, teria assumido que é humanamente impossível fazê-lo. Mas eu sou imbecil ao ponto de pensar que posso abdicar do sono, das refeições e de contacto social em prol de mais alguns € na conta.

Censurado, X-rated!!!

o

Post com bolinha vermelha no canto superior direito!
Se ainda não tens 18 anos, fecha esta janela IMEDIATAMENTE!!!



Agora que já não há menores à vista vou dizê-lo:


Cheguei ao 69*!


*No que a posts diz respeito, claro está! ;D

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Desta vez, juro que não é pelo prazer de não trabalhar

Dia 13 de Maio deveria ser feriado (dia santo, talvez seja o termo).
E não, não digo isso porque sou uma preguiçosa que não quer fazer nenhum. Digo-o porque vi a quantidade de peregrinos que passaram por mim nos últimos dias, porque vi (pela televisão) a quantidade de gente que se deslocou a Fátima entre ontem e hoje. Digo-o pelos lenços brancos que foram agitados em gesto de despedida a Nossa Senhora, pelas velas que iluminaram a fé de tantos milhares de pessoas.
Digo-o porque somos um país em que a maioria da população professa a religião Católica, um país que faz feriado para homenagear a Nossa Senhora da Assunção e a da Conceição, com bem menos tradição, e acaba por não mostrar no calendário a verdadeira dimensão do fenómeno religioso de Fátima.

Sim, também o digo por mim, mas acreditem que não é pela gazeta; digo-o porque sou católica e este dia me toca de forma muito especial.

Depois da tempestade, a bonança

A minha irmã (sim, mais um post em que falo dela) é licenciada em Economia. Terminou o curso em Julho do ano passado, já com o tratado de Bolonha em vigor.
Vi o esforço que fez para acabar a licenciatura, dado que ainda tinha algumas cadeiras em atraso de anos anteriores. Estudou que se fartou, teve crises de nervos, andou com um humor insuportável, mas o trabalho valeu a pena. Eu sempre acreditei nela e não fiquei surpreendida, sei do que ela é capaz quando se envolve de corpo e alma num projecto.
Antes mesmo de ter concluído a licenciatura, por ser uma rapariga inteligente e perceber que um curso de três anos não lhe dava muita segurança, candidatou-se a um mestrado e conseguiu entrar, com a vaga condicionada ao término da licenciatura, claro está. Prova superada!

Depois de umas merecidas férias, em Setembro começou a procurar trabalho, uma vez que as aulas decorriam em horário pós-laboral e que tinha os dias inteiros por sua conta. Aí, iniciou uma saga igual à de tantos jovens recém-licenciados, igual àquela que eu própria enfrentei, não vai assim há tanto tempo.
Mas a minha irmã esforçava-se realmente. Nela, a máxima de que a procura de emprego é um trabalho a tempo inteiro, adequava-se na perfeição. Extremamente metódica, todos os dias dedicava umas horas valentes a perscrutar os cantos mais recônditos da Internet, a filtrar os anúncios da sua área, a enviar candidaturas... Foi a várias entrevistas, não sendo seleccionada pela falta de experiência. Mas como a haveria de ter, se ninguém parecia disposto a dar-lhe uma primeira oportunidade de a adquirir?

A sua rotina só foi quebrada quando a nossa mãe adoeceu. Durante esses meses, abandonou o mestrado, abandonou a procura de emprego, abandonou a sua própria vida para assumir o controlo do caos que se instalou por aqui. Não lhe faltou fazer nada: a mim, até a comida na boca me chegou a dar, num dia em que o desespero se apoderou do meu corpo de uma tal forma que nem me permitia respirar.
Tratou de mim e do nosso pai o melhor que pôde, mesmo passando os dias, as semanas e os meses no hospital, à cabeceira da nossa mãe. Era sempre a primeira visita a entrar e a última a sair, sendo na maioria dos dias "expulsa" pelo porteiro.
Não tenho dúvidas de que, se superámos esta fase, a ela o devemos.

Com as coisas a voltarem ao normal, em Abril retomou estas andanças da procura de emprego. E eis que ontem, a sua recompensa chegou: um trabalho na sua área de formação, com um salário bastante razoável, que lhe vai permitir continuar a investir no mestrado!
Não poderia estar mais orgulhosa da minha osguinha! Sou realmente uma irmã babada, emocionada, que desata em prantos nos momentos mais absurdos, por finalmente sentir que a vida nos está a voltar a sorrir!

Ponto de Restauro

Se há função que eu utilizo no meu computador, é o restauro do sistema. Só hoje, já recorri a ele umas três vezes, depois de experiências mal sucedidas com actualizações e instalações de software.

Pena que a vida não venha também com uma função deste género... Era bom que depois das nossas decisões menos acertadas pudessemos voltar atrás e pôr tudo exactamente como estava antes, quando tudo corria bem.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Metrossexualidade

Dito pela minha irmã:

Tu és um 2 em 1 para mim, uma irmã e um irmão, representas o melhor de dois mundos. Percebes de tecnologias e informática como um homem, e ajudas-me sempre nessas coisas, mas és feminina, também percebes de roupa e de maquilhagem e posso sempre conversar contigo.

E isto só porque, durante um passeio no shopping, a propósito de algo que já nem me lembro, eu disse que tinha saudades dos tempos em que jogava Sega Rally e Need for Speed!
Mas ela tem um bocadinho de razão, tenho em mim esta dualidade: apesar de não dispensar uns pumps de 12 centímetros, sei mais de informática que muitos homens; embora não abdique dos meus vernizes coloridos, estou sempre a par das novidades do mercado automóvel; tenho tanto interesse em saber quais os últimos lançamentos da Clinique, como os da Nokia ou da HTC...
Agora que penso nisso, acho que sou uma metrossexual...

É por isso que não se deve consumir álcool em horário de trabalho

Mas afinal quem é o responsável pelo novo anúncio televisivo do Santander? Quem é que se lembrou de transformar a música I need a hero, da Bonnie Tyler, num ridículo I need a zero?
Quem teve a ideia de recriar uma espécie de genérico do Fame (de 3ª categoria, note-se), com as pessoas todas a dançar na via pública, em cima dos carros? Sou só eu que A-B-O-M-I-N-O esta palhaçada?

No meio de tanto espalhafato, acabo por nem me conseguir lembrar do que é que se está ali a publicitar...

O tetra

Campeões, campeões, nós somos CAMPEÕES!!!!

Mas confesso que à quarta já não tem o mesmo gosto. Gostava que o campeonato fosse mais renhido, mais disputado, que os adversários dessem mais luta... A rotina vai banalizando estas conquistas, e a verdade é que, em Portugal ,não há pai para o FCP.
Entretanto, lá vamos nós somando troféus e tendo, pelo menos uma vez por ano, um motivo para esquecer a crise, a gripe Suína e as desgracinhas todas. Muitos nem disso se podem gabar, não é verdade?

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Por via das dúvidas...

...não marquei compromissos importantes para Segunda de manhã.

Pressinto festa no Domingo à noite, pela madrugada dentro.

Lição (muito) básica de Economia

Ou muito me engano, ou hoje vou ter de ficar a trabalhar até às 23h.
É por estas e por outras que ando desde Novembro (!) para comprar um carro novo e ainda não tive tempo de o fazer.

Se a crise no sector automóvel é assim tão grande como dizem, uma das medidas de combate a adoptar bem que podia ser a abertura dos stands em horários mais alargados, tipo Sábados e Domingos. É que durante a semana, das 9 às 5, quem é que tem disponibilidade? Reformados e desempregados, basicamente!
Não sendo especialista no assunto, arrisco-me a dizer que não devem ser eles os principais consumidores de carros novos... E com as taxas de desemprego sempre a subir, também não estou a ver muita gente faltar ao trabalho para andar por aí, de stand em stand, a ouvir as intrujices dos vendedores e a comparar cilindradas e equipamentos de série.

Este mundo está perdido! #3

Em conversa, alguém me dizia que andava muito atarefado e que sentia a falta de ter tempo para ir ao messenger conversar com os amigos, para lhes enviar comentários pelo hi5, para lhes mandar umas fotos e lhes contar as novidades por e-mail...
E como em tantos outros momentos da minha vida, lembrei -me do Principezinho:

"(...) Era um comerciante de pílulas aperfeiçoadas que acalmam a sede. Toma-se uma por semana e deixa-se de sentir qualquer necessidade de beber.(...)
- É uma grande economia de tempo - disse o mercador- Os peritos fizeram as contas. Poupam 53 minutos por semana.
- E o que é que se faz com esses 53 minutos?
- Faz-se aquilo que se quer...
Eu - disse para si mesmo o principezinho - se tivesse 53 minutos para gastar caminharia muito lentamente para uma fonte..."

E eu, Cinderela, digo que seria muito mais normal sentir a falta do tempo para estar com os amigos pessoalmente, para conversar com eles cara-a-cara, sem o intermédio de máquinas.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Memorando #2

Não acreditar quando a senhora da loja onde habitualmente compro os vernizes disser que o verniz Andreia 43 é tão bom como o Risqué Malícia. Não é, nem de longe.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Deitar tarde e cedo erguer...

... dá olheiras e faz doer (a cabeça, pelo menos)!

É que não há nada melhor do que, num feriado, acordar mais cedo que num dia normal de trabalho.
Tudo para levar o carro à oficina, que o desgraçado já andava há muito a pedir-me um óleo assim mais fresquinho e uns filtros limpinhos. E a minha mãe, como é uma fofa, lá me marcou mecânico às 9 da manhã. Todo um dia livre, mas tinha de ser mesmo às 9 da manhã!
É certo que ontem podia ter ido dormir mais cedo, mas preferi aceitar o convite do Prince Charming para ir sair. E não me arrependo nada.

Venha daí esse concealer para disfarçar os olhos à panda, que, por um motivo assim, aqui a Cinderela não se importa nada de abdicar de umas horitas de sono!